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Leituristas da SAE pedem que população mantenha hidrômetros acessíveis

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Residências fechadas ou com portão trancado e com hidrômetros distantes da fachada ou com o visor bloqueado, impedem o trabalho de aferição do consumo de água feito pelos leituristas da SAE. Ourinhos possui cerca de 43 mil ligações de água, sendo que quase 4 mil hidrômetros estão em locais inacessíveis.
Muitas residências ficam fechadas. Na maioria das vezes nenhum responsável é encontrado para permitir a entrada do leiturista, impossibilitando a medição de consumo. Nesses casos só se consegue acesso ao hidrômetro través de um buraco no portão ou no muro, às vezes tão pequeno, que se torna quase impossível fazer a leitura.
CÃES
Outra ocorrência comum são cachorros soltos que colocam em risco a integridade dos servidores. Mordidas são frequentes. A SAE pede que os moradores deixem o visor dos equipamentos livre e que os animais fiquem presos.
COMÉRCIO
Leituristas da SAE também relatam dificuldade em medir o consumo de água em alguns estabelecimentos do comércio, principalmente na região central de Ourinhos. Em muitos casos os hidrômetros ficam atrás de mostruários e estoques de produtos, o que transforma uma simples leitura em uma complexa operação envolvendo até os funcionários das lojas.
PADRONIZAÇÃO
Para evitar tais situações a SAE vem orientando a população a instalar hidrômetros em local de fácil acesso seguindo os parâmetros da Lei 1.082 de 23 de dezembro de 2020. De acordo com o artigo 49 da lei, o hidrômetro deve ser instalado em caixa padronizada, assentada na divisa do imóvel, com visor voltado para a rua. O local de instalação deve possibilitar livre acesso para manutenção do equipamento e coleta da leitura, sem a necessidade do leiturista entrar nas dependências da residência.

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